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Projeção

O OLHAR DA ONÇA

No profundo da floresta, a onça caminha lentamente e espreita o visitante. A terra sente a cidade emergindo, os carros passando, a fumaça impedindo o horizonte. Qual a possibilidade de viver neste mundo aqui e agora? Artistas como xamãs atravessam mundos traduzindo sentidos, iluminando sonhos, mostrando outras dimensões. Depois da catástrofe, sempre há renovação: o mundo gira, a onça caminha pela avenida, os prédios vão virando árvores. "O Olhar da Onça" é uma obra poética visual que busca sentidos da floresta sobre a cidade. Serão 10 horas seguidas de projeção em prédios na área central de São Paulo. Aliada há 20 anos à causa indígena, a artista e curadora Andreia Duarte propõe a perspectiva da floresta, de líderes e de artistas indígenas, reforçando a discussão sobre a importância de pensar a existência para além da humanidade.

Artista/Coletivo: Andreia Duarte

Local: Rua da Consolação > Rua do Paraíso

Data: 12.12

Horário: 19h

REFLEXO

O Rio Tietê atravessa todo o estado de São Paulo e, ao contrário dos outros rios, se volta para o interior e não para o mar. Suas águas poluídas cortam a cidade em meio ao caos do trânsito e da vida urbana. Durante a Virada Cultural desse ano e em meio a pandemia, convidamos cinco artistas para refletir sobre o momento que estamos vivendo e sua arte ganhará vida através de uma potente projeção às margens do Tietê. As luzes dos projetores refletem no rio trabalhos de VJ Oigres, VJ Suave, VJ Paloma Pantoja, Achiles Luciano e Embolex. A curadoria é de Elka Andrello.

Artista/Coletivo: Visual Farm

Local: Lateral da Ponte Estaiada da Marginal Tietê

Data: 12.12

Horário: 20h

ENCRUZAS E ENCRUZILHADAS: ANCESTRALIDADES E AFROFUTURISMOS

Beth Beli e o Coletivo Coletores propõem programação multimídia com projeções mapeadas e diferentes trilhas sonoras em intervenções urbanas que têm como suporte seis pontos/territórios de referência para a cultura negra de São Paulo.
O trabalho é baseado nas relações entre a ancestralidade afro-brasileira de diferentes territórios da cidade São Paulo em diálogo com as tecnologias digitais como ferramentas de ressignificação simbólica e inovação artística.

Artista/Coletivo: Beth Beli e Coletivo Coletores

Local: Jabaquara

Data: 12.12

Horário: 18h30

ENCRUZAS E ENCRUZILHADAS: ANCESTRALIDADES E AFROFUTURISMOS

Beth Beli e o Coletivo Coletores propõem programação multimídia com projeções mapeadas e diferentes trilhas sonoras em intervenções urbanas que têm como suporte seis pontos/territórios de referência para a cultura negra de São Paulo.
O trabalho é baseado nas relações entre a ancestralidade afro-brasileira de diferentes territórios da cidade São Paulo em diálogo com as tecnologias digitais como ferramentas de ressignificação simbólica e inovação artística.

Artista/Coletivo: Beth Beli e Coletivo Coletores

Local: Igreja do Rosário dos Homens Pretos da Penha

Data: 12.12

Horário: 18h30

ENCRUZAS E ENCRUZILHADAS: ANCESTRALIDADES E AFROFUTURISMOS

Beth Beli e o Coletivo Coletores propõem programação multimídia com projeções mapeadas e diferentes trilhas sonoras em intervenções urbanas que têm como suporte seis pontos/territórios de referência para a cultura negra de São Paulo. O trabalho é baseado nas relações entre a ancestralidade afro-brasileira de diferentes territórios da cidade São Paulo em diálogo com as tecnologias digitais como ferramentas de ressignificação simbólica e inovação artística.

Artista/Coletivo: Beth Beli e Coletivo Coletores

Local: Casa de Cultura Brasilândia

Data: 12.12

Horário: 18h30

ENCRUZAS E ENCRUZILHADAS: ANCESTRALIDADES E AFROFUTURISMOS

Beth Beli e o Coletivo Coletores propõem programação multimídia com projeções mapeadas e diferentes trilhas sonoras em intervenções urbanas que têm como suporte seis pontos/territórios de referência para a cultura negra de São Paulo. O trabalho é baseado nas relações entre a ancestralidade afro-brasileira de diferentes territórios da cidade São Paulo em diálogo com as tecnologias digitais como ferramentas de ressignificação simbólica e inovação artística.

Artista/Coletivo: Beth Beli e Coletivo Coletores

Local: Comunidade Cultural Quilombaque

Data: 12.12

Horário: 18h30